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Queda de tensão é um fenômeno que ocorre nos circuitos elétricos onde há momentaneamente uma redução da tensão, isto é, num circuito 127 volts a tensão se reduz para 100 ou menos volts e em circuitos 220 volts a tensão se reduz para 200 ou menos volts. As concessionárias de energia consideram aceitável uma queda de até 5%. Há duas situações onde ocorre a queda de tensão:

Ao percorrer grandes distancias como em linhas de transmissão de energia, pois o próprio cabo que a transmite possui resistência elétrica e esta faz a tensão se reduzir gradativamente. Neste caso nós não sentimos os efeitos pois nos pontos de distribuição existem transformadores que corrigem esta queda.
Nos circuitos residenciais, comerciais e industriais pode ocorrer a queda de tensão quando estão instalados num mesmo circuito uma carga maior que a capacidade deste, isto é, a soma das potencias dos aparelhos é maior que a capacidade do cabo que os alimenta. A ocorrência mais comum é quando ligamos o chuveiro, microondas ou ferro de passar e a luz pisca, isso ocorre porque o circuito esta mau dimensionado, provavelmente o aparelho e o circuito das iluminação são o mesmo. Num circuito corretamente dimensionado voce pode ligar todos os aparelhos ao mesmo tempo e não ocorrer a queda de tensão nem tão pouco desarmar disjuntores ou queimar fusíveis.

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Os disjuntores curva B são utilizados nos circuitos que receberão cargas resistivas, que são aqueles equipamentos como chuveiro, torneira elétrica, lâmpadas incandescentes, ferros de passar e secadora de roupas.

Já os disjuntores de curva C são utilizados para proteger circuitos que estão ligados em cargas indutivas como geladeiras, condicionadores de ar, motores elétricos em geral, etc.

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A energia solar fotovoltaica (energia elétrica obtida a partir de luz solar) no Brasil está em um “momento emergente”, disse hoje (28) o diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), no Rio de Janeiro. Segundo ele, a perspectiva é que haja expansão acentuada do setor, com um potencial de geração de 20 empregos para cada megawatt (MW) instalado e investimentos de  R$ 7 bilhões ao longo de 20 anos.

Dois leilões para energia solar fotovoltaica estão anunciados para os dias 14 de agosto e 13 de novembro. A expectativa da associação é que a somatória desses dois leilões supere 1.000 MW.

“Será um outro ano positivo de contratação, que vai ajudar a dar o sinal de continuidade do investimento nessa fonte, por parte do governo federal e, em consequência, solidificar os interesses e estabelecer cadeia produtiva”, disse Rodrigo Sauaia.

Para o diretor da Absolar, os leilões são importantes para que haja um processo de busca de eficiência no setor, favorecendo, no médio prazo, reduções de preços de energia solar, “para que ela se torne cada vez mais competitiva e atraente”.

Sauaia disse que, até abril deste ano, o Brasil registrava 534 sistemas de geração distribuída conectados à rede elétrica, oriundos de diferentes fontes, dos quais 500 projetos são de energia solar fotovoltaica. Segundo ele, ocorreu também no período grande avanço no mercado de geração centralizada, relativo às usinas solares de grande porte.

Em 2014, o governo federal promoveu leilão específico do setor, no qual foram contratados 1.048 MW. “Um grande salto histórico, cerca de 70 vezes tudo que o país tinha conectado na rede, em um único leilão”, destacou o diretor.

Segundo ele, cada MW instalado de energia solar a cada ano gera 30 empregos ao longo da cadeia produtiva no país onde o sistema é implantado, dos quais 20% são na parte de fabricação de equipamentos. “Sendo conservador, a gente pode dizer que pelo menos 20 empregos seriam gerados para cada MW instalado. Se o governo mantiver a contratação de 1.000 MW por ano dessa fonte, isso vai ter um potencial de gerar da ordem de 20 mil empregos”, acrescenta Sauaia.

O executivo da Absolar ressaltou também que, em termos de investimentos, há grande potencial de expansão no Brasil. Os investimentos para os 1.048 MW contratados no ano passado equivalem a R$ 7 bilhões ao longo de 20 anos. Veja no link abaixo a reportagem original:

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A principal diferença é a capacidade de se usar aparelhos de potência elétrica diferente. As tomadas de 10 amperes em 127V podem suportar aparelhos de potencia eletrica de até 1.270W e  2.200W para tensões  220V. As tomadas de 20 amperes em 127V, podem suportar aparelhos de potência elétrica 2.540W e 4.400W para tomadas em 220V.

As tomadas produzidas de acordo com o novo padrão brasileiro possuem também a diferença do diâmetro dos pinos dos plugues, sendo as de 20 amperes de diâmetro maior (4,8 mm), para que não se consiga ligar numa tomada de 10 amperes (4,0 mm) Ver foto.

Um cuidado muito importante que se deve ter é quando da necessidade de se substituir uma tomada de 10 amperes por uma de 20 amperes devemos observar se a fiação e o disjuntor deste circuito, possuem capacidade para suportar uma corrente de até 20 amperes. Apesar da NBR 5410 determinar que a fiação mínima para tomadas seja de 2,5 mm², que tem capacidade para até 24 amperes, é muito comum, principalmente em construções mais antigas, fiação com capacidade inferior. 

Nestes casos é necessário a substituição da fiação e do disjuntor, caso contrario corre-se o risco de aquecimento dos cabos, curto circuito e desligamento dos disjuntores.

Obs. Um aparelho utilizado numa tomada de 10A pode ser usado numa tomada de 20A, mas um de 20A não pode ser usado numa de 10A.


Diferença do diâmetro dos furos




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Normalmente não se dá a importância devida no projeto elétrico de como e com qual bitola os conduítes serão instalados. Quando mau projetados podem resultar:

Maior consumo de cabos.
Dificuldade ou ate impossibilidade na passagem dos cabos.
Dificuldade ou até impossibilidade de reparos.
Impossibilidade de ampliações.

Algumas regras básicas devem ser observadas na instalação dos conduítes:
Do quadro de distribuição devem sair os conduítes que conterão os circuitos que alimentarão toda a residencia.

Todos os cômodos devem estar interligados pelos conduítes que deverão passar pela caixa do teto onde será fixada a iluminação.

Da caixa do teto devem sair os conduítes que serão ligados aos interruptores e as tomadas deste comodo.

Os conduítes devem ter diâmetro compatível com a quantidade de circuitos que passarão por eles, por isso antes de compra-los tenha em mãos o projeto elétrico que deve conter a quantidade e a bitola dos cabos dos circuitos.

Tem que ser muito cuidado nas curvas entre as paredes ou entre estas e o teto, como também na entrada das caixas das tomadas e interruptores, pois é comum encontrar curvas acentuadas que dificultam ou ate impossibilitam a passagem dos cabos.

Não faça emendas nos conduítes, uma única peça deve ser usada para ligar as caixas. Emendas muitas vezes impossibilitam as passagens dos cabos. 

Nas ampliações procure deixar uma caixa de passagem onde ocorrerá a conexão entre os circuitos existentes e os novos circuitos.

Ainda há dúvidas? pergunte para mim no e-mail: txeletrica@gmail.com


Curva ideal

Curva muito fechada, deve ser evitada

Conduite obstruido no processo de concretagem

Ligação entre as caixas

Espaçador entre a laje e o conduite.
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